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Soluções já existem para reduzir emissões globais de gases de efeito estufa

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Relatório da ONU afirma que devemos reduzir as emissões globais em 7,6% ao ano na próxima década para atingir a meta de 1,5°C do Acordo de Paris; a boa notícia é que as soluções já existem e podem ser adotadas imediatamente

O novo relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) alerta que, a menos que as emissões globais de gases de efeito estufa caiam 7,6% ao ano entre 2020 e 2030, o mundo perderá a oportunidade de seguir o caminho da meta de temperatura de 1,5°C do Acordo de Paris.

Relatório de Gaps de Emissões diz que, mesmo que todos os compromissos atuais sob o Acordo de Paris sejam implementados, as temperaturas deverão subir 3,2°C, resultando em impactos climáticos ainda mais amplos e mais destrutivos. As ambições coletivas devem aumentar em mais de cinco vezes os níveis atuais para proporcionar os cortes necessários na próxima década para a meta de 1,5°C.

“Estamos prontos com as tecnologias e soluções que podem oferecer benefícios ambientais, econômicos e sociais significativos, mas apenas se todos nós, incluindo governos, tomarmos ações mais ousadas”, diz Julia Panzer, diretora de assuntos públicos e sustentabilidade da Danfoss.

Até 2030, as emissões precisariam ser 55% menores que em 2018, para colocar o mundo no caminho menos oneroso e limitar o aquecimento global a 1,5°C. Para dobrar a curva de emissões profunda e rapidamente, é necessária uma transformação radical e liderança política, afirma o relatório. Do ponto de vista tecnológico, uma mudança para as energias renováveis e a eficiência energética nos setores de energia, edifícios e transportes poderá gerar reduções significativas até 2050.

Soluções para diminuir o déficit de emissões já existem

De acordo com o Relatório de Gaps de Emissões, a eletrificação do transporte pode reduzir as emissões de CO2 do setor em 72% até 2050. E na Dinamarca, uma solução materializada na balsa elétrica mais poderosa do mundo acabou de ser lançada. O E-Ferry Ellen tem a maior capacidade de bateria no mar e navega sem emissões de CO2.

A eliminação progressiva do carvão e a transição para energias renováveis e eficiência energética são outra maneira de ajudar a diminuir a diferença de emissões. Aqui, temos a antiga capital siderúrgica da China, Benxi, que desapareceu em poluição atmosférica há 40 anos. Hoje, o Benxi reduziu o consumo anual de carvão em 26.500 toneladas e se tornou uma cidade modelo para a utilização do calor extra.

O relatório do PNUMA diz que todas as nações devem aumentar substancialmente a ambição em suas contribuições determinadas nacionalmente em 2020 e acompanhar políticas e estratégias para implementá-las.

As soluções estão disponíveis para possibilitar o cumprimento das metas de Paris, mas elas não estão sendo implantadas com rapidez suficiente ou em escala suficientemente grande. “Não é uma questão de tecnologia. É uma questão de mentalidade, pensamento inteligente, governança e soluções econômicas. As soluções existem e podem ser adotadas imediatamente”, finaliza Julia Panzer.

Sobre a Danfoss

A Danfoss desenvolve tecnologias avançadas que nos permitem construir um amanhã melhor, mais inteligente e mais eficiente. Nas cidades em crescimento, asseguramos o fornecimento de alimentos frescos e o melhor conforto em nossas casas e escritórios, atendendo à necessidade de infraestrutura eficiente em energia, sistemas conectados e energia renovável integrada. Nossas soluções são usadas em áreas como refrigeração, ar condicionado, aquecimento, controle de motores e máquinas móbeis. Nossa engenharia inovadora remonta a 1933 e hoje a Danfoss ocupa posições líderes no mercado, empregando mais de 28 mil e atendendo clientes em mais de 100 países. Somos uma empresa privada controlada pela família fundadora. Leia mais sobre nós em www.danfoss.com.br.

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